segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Capitu ☼ SuperStar!




Capitu em suas pequenas férias em Marília-SP (1 min.).


quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O retorno

Estive ausente por um tempo, mas cá estou de volta. Passei uns dias no interior, na doce e quente cidade de Marília. Acho que nunca passei tanto calor na vida, pois o vento forte que sopra por lá definitivamente não refresca nada... aliás, ele levanta uma super poeira que chega a sufocar (sempre ficava pensando nas primeiras cenas do filme Volver, do Almodóvar, e toda aquela ventania que fazia enquanto as mulheres limpavam os túmulos do cemitério). Fora isso, a cidade está com sérios problemas na rede de abastecimento de água, o que torna o seu "calor" muito mais grave. Mas, tirando esses pequenos problemas climáticos e estruturais, gosto muito de Marília. Além da cidade, que de maneira geral é bem bonita e agradável, lá estão pessoas que são muito importantes na minha vida. E mais uma vez passei bons momentos com elas (não com todas, pois o tempo sempre é curto...). Enfim, mesmo com toda a aridez, a cidade ainda me presenteou com sua paisagem bonita, rodeada de vales por todos os lados, e com pessoas que são peças importantes na minha vida. Sempre volto de lá com as baterias carregadas, cheio de energia para retomar meu doce dia-a-dia na terra da garôa... Aliás, o calor aqui também está grande, mas hoje mesmo fomos agraciados com uma chuva de verão no meio da tarde, e a noite trouxe a esperada brisa fresquinha que só aqui a gente encontra... É bom estar em casa!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Homenagem ao dia das crianças

Jean Baptiste Debret: Meninos brincando de soldados ou O primeiro ímpeto da virtude guerreira (Le premier élan de la vertu guerrière), 1816-1831, aquarela, 15,3 x 21,6 cm. Acervo do Museu da Chácara do Céu/Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya/IPHAN, Rio de Janeiro.




Inspiração

Sabe o que é mais curioso? Ao longo do dia, passo por diversas situações que me inspiram alguma coisa para escrever aqui... Na hora até acho que são coisas interessantes, e talvez até fossem mesmo. O grande problema é que, ao chegar em casa, momento em que, efetivamente, eu sento aqui para escrever, nada vem a minha cabeça! Esqueço completamente de todos os assuntos supostamente interessantes que gostaria de ter escrito durante o dia. Mas tudo bem, de alguma forma, isso já é rendeu uma postagem! Para evitar esse tipo de coisa, acho que vou começar a carregar um caderninho de anotações.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Novela das 8

Sim, eu assisto novela... mas nem sempre. Essa nova novela da Globo, Duas Caras, tenho achado meio sem pé nem cabeça. Mas não estou aqui para falar sobre a trama da novela, ou comentar a performance dos atores... longe disso. O que me deixou instigado foram duas cenas específicas e banais. Na primeira delas, a protagonista Majorie Estiano chega a São Paulo, direto do Paraná. Ela veio de ônibus, e pegou um trem rumo à Estação da Luz, no centro. Ao sair da estação, com outras duas mulheres, são abordadas por uma cinco crianças que as rodeiam desesperadamente pedindo insistentemente dinheiro, ao mesmo tempo em que tentam abrir a bolsa de Majorie (acho que sua personagem se chama Maria Paula) - no fim, elas saem correndo e não roubam nada. Tudo bem, a novela não é um retrato da realidade, mas a cena ficou forçada demais, qualquer um que tenha passado ao menos um dia em São Paulo sabe que também não é assim que acontece - mas tudo bem, isso é o de menos. O pior é que elas, tendo descido, sabe-se lá porque, na Luz, acabam chegando à pé em um local que, aparentemente, é em Santa Cecília; se elas chegaram à cidade de ônibus, estavam no terminal do Tietê - bastava ir de metrô até a estação Santa Cecília. Mas até aí, tudo bem... Mas o pior foi que, segundo as falas das personagens, Majorie, ou melhor, Maria Paula (ainda tenho que confirmar esse nome!), iria procurar um hospital público qualquer para fazer o pré-natal (afinal, ela estava grávida). Fiquei imaginando que hospital seria... A surpresa veio na cena em que ela já estava ganhando o bebê, que é nada mais, nada menos, que uma das maternidades particulares mais sofisticadas da cidade, que é a São Camilo, em Pompéia. Não é o máximo? Todos sabemos que novelas são construções, baseadas em elementos da realidade, mas são construções... Mas é curioso quando a gente percebe tantas incoerências em uma só passagem da novela, como essas em relação à cidade de São Paulo. O pior é que, ao assistir a novela pensando todas essas coisas, nem reparei se o bebê é menino ou menina. É nisso é que dá...