Dia 25 completei 31 anos de vida. Quando era pequeno imaginava que aos 31 eu seria um velho… bem, acho que eu estava enganado, me sinto um bebê – rs.
Em geral eu não dou tanta importância para meus aniversários. Tento não criar grandes expectativas, pois, no fundo, é apenas um dia como outro qualquer. É? É nada! Acho que a gente inventa essas coisas justamente para não se frustrar. Pode até funcionar, mas acho que devemos aproveitar o dia do aniversário para nos sentirmos especialmente importantes, guardar a baixa auto-estima na gaveta, levantar o nariz e dizer: “É o meu dia”.
Acho que só posso dizer isso por conta do aniversário maravilhoso que tive esse ano. O Alê, danado, resolveu me dar uma festa surpresa, e levou isso às últimas conseqüências: tramou com meus pais, irmãos e irmãs, cunhados e cunhadas, sobrinhos e sobrinhas, uma super festa surpresa na casa dos meus pais. Como a gente estaria lá no fim de semana do aniversário, imaginei que haveria algo. Mas foi mais do que eu poderia supor: quase todos estavam lá, e era um bocado de gente, acredite, cantando parabéns quando eu adentrei a cozinha da minha mãe. A sensação foi indescritível, todo mundo lá, feliz da vida apenas por estar me fazendo aquele baita surpresa. Claro que me sentido super envergonhado, pois eu odeio ser o centro das atenções. Mas a alegria que sentia me permitiu relaxar e aproveitar meu dia de glória – rs.
Foi muito lindo. Um dia que ficará para sempre na minha memória.
Aproveito aqui para agradecer meu querido Alê pela supresa, bem como a todos os meus queridos familiares, que não pouparam esforços para tornar aquele dia perfeito.
Obrigado!