Hoje criei uma conta no
Twitter. Faz tempo que eu via isso, mas nem sabia do que se tratava. Daí a
Aline e a
Cris apareceram com essa história - e eu acabei entrando no embalo. Na verdade é uma coisa curiosa, parece um blog, mas os textos são curtinhos. É mais ou menos um lugar para escrever qualquer coisa que quiser, como uma lousa em um corredor público com giz e tudo, ou aqueles restaurantes que colocam toalhas de papel manteiga e giz de cera para as "crianças" desenharem - ninguém resiste! Sei que lá estou, só não sei se fico.
Fiz também uma conta no
MySpace - esse eu detestei, mil vezes nosso
Orkut. E assim vou consumindo essas coisas super-úteis. Mas o que é mais engraçado é mudança disso na chamada vida pública, esfera pública, o que for... percebo que envio/recebo cada vez menos e-mails. Essas redes de relacionamento parecem que vão, mesmo, acabar com essa "antiga" ferramenta de comunicação. Li isso uns meses atrás e achei improvável - mas acho que é bem possível. Afinal, mensagens se mandam das maneiras mais variadas, sendo o e-mail apenas uma delas. Mensageiros instantênos,
SMS's,
Scraps e tudo mais parecem suprir essa função. No caso das redes, Orkut e Twitter, por exemplo, as mensagens são compartilhadas com todos os contatos, o que deixa tudo mais doido ainda. Enviar arquivos como anexo de e-mail tampouco mostram-se a última moda, pois com os mega-discos-virtuais disponíveis, é pra lá que mandamos os arquivos, e compartilhamos os respectivos
links. É, a coisa anda.
Bem, tudo isso pra dizer que fica sempre a dúvida de até onde estamos usando todas essas ferramentas ou sendo usados por elas. O medo de estar totalmente alienado assombra a cada cadastro num desses mundos virtuais. Mas não tem jeito. Trata-se de um caminho sem volta.
E é isso mesmo... não fosse essa pseudo-democratização dos espaços virtuais, como eu teria um espaço bacana como esse aqui do blog, para falar à vontade tanta asneira?
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LOL